Matrizes, 2025

Cerâmica com esmalte, corda de palha e terra

1,15x 1,25 m

O trabalho dialoga com o vínculo maternal, pautando o espiritual, a natureza e o carnal. As peças côncavas como abrigo, as esferas como algo a ser protegido e nutrido, o cordão, o elo e vínculo; e a terra como raíz e origem, algo que é corpo, memória e ancestral. A espiral que conduz as peças é a não linearidade de uma narrativa, pois esta é cíclica e hereditária, é o tempo que se dobra, o afeto que circula, a relação espiritual de um abrigo de memórias e nutrição.

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